Sobre

Meu novo tempo! Meu novo-velho templo!

Minha busca é antiga mas somente em alguns momentos ela parece conseguir verbalizar-se sozinha.

Deixo aqui notas de meu aprendizado, sem finalidade ao Ego; Mas deixo como registro de alguém que á muito se descalça e olha para o mundo com imenso amor!

domingo, 29 de abril de 2007

Mistério do Cristal Pirâmide ...


Brasil, uma das aparições do cristal 2007


Em 2006, não me recordo à data exata foi anunciado por astrólogos que ocorreria a abertura de um portal no tempo, em determinada hora; Lembro-me que recebi a ligação de uma amiga na ocasião contando-me sobre esse portal ao quais todos deveríamos nos unir, para emanar ao cosmos o maio número de pensamentos positivos possíveis.
Alertei o maior número de pessoas sobre o momento raro que iríamos viver; Muitos sorriram desconfortáveis as minhas petições, outros aceitaram com naturalidade, mas somente pequeno número em sintonia parou para oferecer ao cosmos o que mais tarde irão colher.
Lembro-me então de ter adiantado meu horário de intervalo no trabalho, de ter saído daquelas paredes frias que compõem a estrutura moderna de um prédio e avistar pequena área verde onde poderia instalar meu corpo e pensamentos. Sentei-me em posição de lótus a fim de adquirir melhor fluência de energia.
O céu esta tarde estava azul e o ar parecia estar leve; Lembro-me que fiquei mais de 15 minutos em oração, vibrando meus melhores pensamentos. Uma paz me invadiu e pude sentir que estava em comunhão com Deus e com todos aqueles que naquele momento construía grande circulo vibracional; Não posso verbalizar as sensações de paz, mas significativa imagem recebi, a de um cristal em forma de pirâmide muito transparente, imagem que já verifiquei em outras ocasiões. Eu costumo chamá-lo de “estado de puro cristal” que é como o budismo tibetano se refere a um estado elevado, parecido ou igual ao samadhi.(Não vivencie o estado, me refiro à idéia simbologista).
Esse cristal aparece em diversas ocasiões como imagem muito viva em minha mente;Certa vez em uma meditação de autocura em Santiago, em um retiro espiritual guiado pelo maestro Lama Gangchen, (maestro e criador da prática tantra que exercitava junto a Sangha budista a qual eu era filiada e aprendiz a menos de um ano) tive a visão desde cristal pela segunda vez, mas neste exercício pude invadir seu interior mentalmente enquanto repetia os mantras, vi que estava composto de luz transparente, de escadas infinitas, e que o topo parecia estar bastante distante, não permaneci mais que alguns segundos retendo esta imagem que logo desapareceu, dando início a outras automaticamente; O que era bastante comum na prática tântrica que realizávamos;
Imagino que este cristal possa ser o estado da consciência elevada e que podemos adentrar nessa consciência quando estamos realmente voltados e concentrados, vibrando a energia que vem do coração (alma) e da mente;
Infelizmente não consegui visualizar o cristal quando desejo, todas as suas aparições foram em momentos de grande êxtase espiritual.
Para mim a intuição do que isso significa é ainda muito vaga e de grande mistério; Espero algum dia poder abrir estas portas conscientemente, no momento em que minha mente encontre-se não só em comunhão com Deus, mas também com meu interior humano mais consciente.

Do dia do portal, meu mantra: “Deus, Paz, luz, justiça, sabedoria, empatia; Compaixão, humildade, união, amor incondicional, respeito, igualdade; Doação, aceitação, desapego, vida, alegria, energia, tato, mente; Carinho, saúde, riso, natureza, beleza, arte, poesia, mar, sol, lua, terra, atenção; Despertar, Sendero, iluminação, gestação, dom;Música, céu, ordem, sincronismo, abraço, espaço, equilíbrio, paciência, perdão, mantra, meditação: Entendimento, semente, coragem, silêncio, contemplação, simplicidade, livre arbítrio; Postura, destino, liberdade, limpeza, cuidado, harmonia, sabor, e agradecimento”


Claudia Venegas

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Meu momento - Transição- Mutação!


Brasil, nova consciência 2007.

"Deus se me ouves faz com que minha vaidade seja testemunha novamente dessa luz que se apagou..."

Certa noite, orei fervorosamente a Deus, a Cristo meu maestro neste dois anos; Pedi ao senhor do céu que não permitisse que minha mente viesse a se tornar limitada pois todas as experiências etéreas que verifiquei nesses meus dois últimos anos vinculada a Igreja Pentecostal modificaram imensamente minha maneira de perceber Deus(Cristo).
As inúmeras coisas que ouvi, vi e percebi dentro de mim, modificaram completamente minha idéia limitada de Deus e seus feitos no nosso mundo.
Estive presente nos muitos feitos sobrenaturais que se deram desde então, nos que Deus me permitiu assistir; E descobri que minha razão e meus sentidos humanos eram tão limitados que a única coisa que me restava naqueles momentos, era aceitar o que os meus olhos testemunhavam e não podiam negar.
Nessas peregrinações ao chamado monte santo; Vi luzes em meio a mata, luzes de cores azuis, brancas e vermelhas que passeavam pelo local entorpecidas em alegria; Senti cheiros, tive visões; Ouvi correntes de água e senti paz extasiaste! Entre outras coisas que não posso verbalizar por falta de encontrar o caminho de como de fazê-lo.
Em outra ocasião, não senti nenhuma gota de chuva cair naquele terreno santo, enquanto a um metro dali chuva torrencial caia, árvores se retorciam; Vi também folhas acendendo como mágica, uma lesma toda iluminada que passeava de um lado ao outro com austeira paciência; Nesta mesma ocasião cavouquei a terra impulsionada pela desconfiança e vi que mesmo ali debaixo dos meus pés, se encontrava também aquela "estranha luz" que acendia as folhas e os galhos; Testemunhei os milagres que Deus nos proporciona como forma de dizer que nos ama!
Lembro-me que na primeira vez que testemunhei esses milagres; Trouxe a casa um pequeno pedaço de galho que brilhou durante todo o caminho da volta, mas apagou-se aos poucos como deveria ser; Mas antes de deitar a dormir em minha cama, tomei em minhas mãos aquele pequeno galho e disse: Deus se me ouves faz com que minha vaidade seja testemunha novamente dessa luz que se apagou! E então o pequeno pedaço de galho se acendeu e piscou várias vezes em minhas mãos e derramei algumas lágrimas, e mesmo não entendendo como aquilo era possível, soube que Deus era presente e estava em todos os lugares; E que queria que eu soubesse disso! E como Tomé enfim acreditei que o amor de Cristo vive!
E entendi desde então que minha busca tinha e tem um sentido maior; Senti dentro do meu coração que as perguntas começariam a ser respondidas; Que essa busca e essa luta que sempre esteve presente dentro de mim desde infância, começaria a ter um sentido mais verdadeiro.E que logo não precisaria desses milagres para que uma outra “coisa” até então desconhecida começasse a desenvolver-se dentro de mim; O que hoje considero o segundo passo essencial para continuar minha busca.
Creio que depois de ter mínima noção, mas verdadeira noção de Deus dentro de (mim) nós, do que ele significa e da magnitude de sua sabedoria; De como esta presente em tudo e como pode materializar-se em nosso mundo, pensamentos e atitudes; Entendo a resposta de minha primeira busca e sei que agora posso partir a uma nova fase, onde minha mente não irá se limitar há a uma só coisa, a um só entendimento, ou a uma só verdade absoluta; Pois essa verdade eu já conheço.
Sinto que minha alma se direciona livremente a vários espaços a fim de retirar de cada fragmento verdade e sabedoria.
Sinto o empurrão de Deus, me dizendo para ir além; E que me entrega subsídios necessários para essa nova busca, pois aprendi com amor e dor o que ele queria;
E nessa nova leitura de mim posso explorar sem preconceitos outras filosofias, idéias e crenças, afim de que minha mente e alma possam expandir como sempre desejei, rumo a verdade absoluta; Sem que minha mente fique presa a torturas desonestas da minha vaidade ou descrença momentânea.
Não posso ignorar a paz e plenitude que sinto dentro de meu coração desde esse reconhecimento! Da luz que invadiu meu ser e os ensinamentos “crísticos” que acrescentaram e acrescentam sabedoria ao meu caminho!
Sinto que o Pai esperou o dia em que meu coração estivesse liberto de todas as barreiras que meus medos e ilusões me infligiram durante tanto tempo. E este é o momento onde eu consigo unir os dois pólos de minha busca.
Sinto meu espírito mais maduro; E o amor de Deus invadir minha alma e carregar minhas lágrimas de agradecimento eterno; Pois "sinto-o" infinitamente dentro de mim como sempre! Mas agora de forma pura e consciente.
Estive perto muitas vezes, mas somente agora tenho certeza! E sei...
Em minha busca cheguei a interpretações que não coincidiam com o Deus que aprendi a sentir, a mover dentro de mim!
Relutei, pois o medo de estar errada era mais forte do que o chamado simples de Deus para o amor.
Minha mente limitou-se a idéias pré-concebidas e perdi um pouco a autonomia de pensar por mim mesma.Comecei acreditar que tantas outras manifestações ou formas de sentir Deus estavam equivocadas. Perdi-me momentaneamente da essência da busca, que muito pouco custa perceber, mas muito custa absorver.
A verdade estava bem ali, dentro de mim, como sempre esteve! E Deus sempre me chamou a ela! Mas Eu a camuflei com vaidade e cismas! Fiquei prisioneira de minhas próprias idéias e verdades.
Talvez esse difícil período tenha sido elaborado por Deus, já que sempre peço ao Senhor o discernimento das coisas, para que não me envolva em filosofias ou crenças infundadas.Para que não me perca no caminho rumo a verdade suprema, ou que minha alma fique simplesmente limitada a minhas crenças terrenas, desejos finitos.
Nessa busca, mais verdadeira e real, durante dois anos minha mente entrou em conflito com minha alma e rendeu-se ao sofrimento e confusão da vaidade; Oscilei entre êxtase e trevas! Na confusão Orei fervorosamente e Deus abriu meus olhos...
Minha vida toma um novo rumo, e o medo se transformou em esperança, os meus pés o soberano carrega!
Minhas orações são um pedido eterno para que minha mente possa expandir-se como meio de entender melhor o amor, a incondicionalidade ou coisas que mencionadas em nossa Terra pareçam infundadas!

Que a nova consciência seja o verbo de minha alma!


Claudia Venegas

A busca do incondicional


Brasil, verbalizando 2007.
“Voltei para casa descalça, cortei os pés pisando minhas pedrinhas pelo caminho; Não verbalizei palavras porque não faria sentido; Não encontrei o porque de explicar o que não se explica, por mais que eu buscasse essa explicação naquele momento uma sensação de perda me invadiu, exortou meus pensamentos...”
Machuquei meus pés porque as pegadas que dei foram profundas, sempre são!Mas eu não perdi nada porque nada nunca foi meu! Por mais que eu quisesse assim...(que limitação!).Exercito-me repetindo isso todos os dias! Mas na mistura me esqueço! Perco-me!Construí na mente o sabor daquilo que surge somente com o tato, pelo falso ato de proteção! Mas Proteger-me de que?Meus medos são internos, meus medos não são de ninguém! Ninguém quer levar nada de mim! Mas como sempre, coloco um peso enorme encima de tudo que sinto! Encima de mim, das coisas que acredito, como uma bíblia santa que eu decorei; Como se a felicidade me retirasse do caminho verdadeiro da alma, pois a sensação dessa felicidade em mim é sempre parcial!Mas quando abro os olhos e deixo Deus falar no meu coração, tudo perde o peso e sinto novamente a minha tolice invadindo-me a luz do sol, despejando algumas lágrimas por instinto! Sinto que o correto é entregar ao sábio minha imaturidade, e jogo o que não entendo ao Universo, a Deus!Entrego a ele porque não sei, porque não sei o que fazer com como me sinto!Quando estou confusa, tenho medo de viver, de deixar as coisas fluírem sem me responsabilizar pelo o que o outro espera ou deixa de esperar.Tenho um cuidado extremo com os que me rodeiam e começo a anular meu desejo mais verdadeiro!Minha busca não humana que nesse mundo perde a força todos os dias!Quando penso em mim com racionalidade e carinho, quando consigo separar me das coisas, sinto a frieza invadir os olhos das expectativas externas, sinto-me egoísta! Um dedo para cada parte de meu corpo; Já que o “bem” mais precioso que aprendi na Terra foi amar, respeitar e cuidar! Trago isso do berço, uma poesia que não deve se limitar!Ser sincera comigo mesma é uma lição que aprendo a anos com a vida, e não consigo aprender por inteiro, direito; Deixar que a vida flua sem mais nem porquê; Deixar de me perder, ou de achar que me perco; Deixar que meu quadro se pinte dia a dia, sem culpa ou responsabilidades que não sei ter; Porque eu não sei ter!Mas depois da mistura vem o medo da perda de algo que nunca foi meu, vem a fuga! E o peso de toda filosofia perde sentido, não me lembro das páginas que li nos livros, nem da sabedoria adulta que adquiri com meu sofrimento e alegria nas várias situações parecidas que vivi;Não me lembro com exatidão o que eu estou fazendo aqui nesse mundo, o porque das relações humanas, da relação de dois, Do par! Sinto vazio! Uma bússola sem direção!Não existe uma tese escrita até hoje que sustente a lógica de que podemos controlar isso! Eu não posso, às vezes eu não posso! Eu posso optar não viver isso, não querer mais essas sensações, mas não sou sincera com o de dentro, porque desse desconheço origem!Quando nos instalamos no olhar, no cheiro, nos medos, na vida do outro, na fragilidade que é onde encontramos a poesia de cada ser, perdemos a racionalidade por momento, porque o sentir é maior, é forte, é mais único! E o ego cobra a liberdade, a falsa liberdade do medo! A falsa liberdade da distância e então o vazio se transforma em espinho, porque não posso racionalizar com meus cinco sentidos humanos, o que não controlo, o que surge em mim!Sou um aprendiz da vida e aprendi que erramos porque sentir é nossa maior virtude e nosso maior ópio!E que pessoas não podemos possuir, tê-las ali ao nosso lado sempre que nos encantamos! Anulando sua essência, buscas, quando queremos atenção, aplausos!Pessoas são individuais, unilaterais por isso nos apaixonamos; Levamos conosco as sensações que experimentamos com elas, mas matéria mais matéria não se conjuga!Posso levar delas, os sonhos de cada dia ou parte de algo que me entregam, mas não posso colocar nelas o que o eu gostaria!Posso levar delas as expectativas, como posso deixar com elas minhas expectativas; Posso levar minhas responsabilidades, como posso deitar sobre elas todo peso dessas responsabilidades.E eu já sei andar sem antes dormir todas essas sensações reticentes que ainda não se deitam, e percebo que não existe um lugar só para mim e desejo que me abrace esse abraço, que me beije esse beijo; Mas aceito que somente posso ser responsável pela beleza que deixo, que consegui deixar.Porque muitas sensações enganam, cegam, estabelecem desde o primeiro momento um prazo de validade, um prazo para a partida!E eu já não quero mais dessas frases! Porque confesso que não entendo o que é o amor entre duas pessoas!Ou não aceite que ele possa ser tão simples como é!E enquanto eu não descubro o simples disso, continuo na busca do incondicional e vou acostumando os meus pés aos meus sapatos, sem esperar aprovações de números por tudo o que não posso dar! Por tudo que eu não sei dar...Por não saber fazer diferente, por não saber verbalizar, verbalizando...Jogo o que não entendo ao Universo, jogo a ele meu coração!
Claudia Venegas

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